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sábado, 29 de agosto de 2015

       Refletindo o primeiro Workshop: Apresentação 


Após refletir,avaliar e elencar as aprendizagens mais significativas do semestre,chega o momento do workshop de avaliação,que é preparado e carinhosamente moldado,primeiro em power point,depois em forma de documento escrito,mas sem dúvida,o grande momento deste processo é a apresentação.É quando podemos verbalizar o significado das aprendizagens construídas,o resultado do impacto delas no fazer docente,o crescimento que não é só profissional,assim como também,as dificuldades e superações vencidas até aquele presente momento.
Para se falar de aprendizagens é necessário ter aprendido.
Sem dúvida,participar de um momento assim é bem mais significativo do que preencher uma avaliação escrita.
Sempre que se vivencia o novo,há temor.Comigo também não foi diferente,porque eu não sabia como seria o momento da apresentação,se usaria uma fala muito formal ou poderia ser mais informal em minhas palavras,também não sabia que critérios seriam avaliados,apenas que seria avaliada em uma fala de dez minutos com base em slides de power point.
Muito ansiosa,me preparei para uma avaliação muito importante,com clima de desafio.
Foi exatamente ao contrário do que imaginei.
Foi um momento de profundas reflexões,aprendizagens,alegrias,emoções e satisfação em estar cursando e vivenciando ativamente minha graduação na UFRGS.Tanto expressar meus saberes adquiridos,quanto ouvir os relatos de aprendizagens e superações do grupo foi realmente fantástico!
Preparei-me para uma avaliação e participei da melhor aula do semestre.Parabéns mais uma vez,a toda a equipe pead/ufrgs.

No primeiro encontro do segundo semestre o grupo se reúne para discutir os resultados do Workshop de Avaliação Eixo I

Em todos os momentos ,o apoio dos professores,tutores e grupo de colegas,foi essencial para a qualidade de todo o processo. 



      Refletindo o primeiro workshop:

                         Elaboração da síntese reflexiva 





 No processo de elaboração do workshop,o momento da elaboração da síntese reflexiva das aprendizagens,é um momento difícil e desafiador,eu definiria como o momento de "passar à limpo" o semestre.Elaborar uma síntese sobre as minhas aprendizagens,primeiro me aponta reconhecer o que realmente aprendí,o que construí com os conceitos e ideias que me foram apresentadas e,principalmente,me desafia a descrever este meu processo de aprendizagem.
Por ser o primeiro trabalho realizado dentro deste formato mais acadêmico,com exigências tais,me senti insegura e com dificuldades,que a princípio,me assustaram bastante.
Primeiro,quando me deparei com a solicitação de um considerável número de páginas,acreditei que não teria como escrever tanto.Mas,ao listar tudo aquilo que eu deveria abordar esta parte foi solucionada.Minhas maiores dificuldades foram,a dúvida em relação a que tipo de linguagem eu usaria para abordar minhas colocações(extremamente formal ou mais usual)e as formatações exigidas,o que me desafia,pois tenho certas dificuldades com o uso das ferramentas digitais.
Mais uma vez,o portfólio de aprendizagens serviu de apoio para a elaboração deste trabalho.
Acredito que o fato de se ter duas oportunidades de envio deste documento,ocasionou maior segurança e aquisição de saberes importantes e práticos enquanto estudante de graduação.
Novamente,aponto a importância do trabalho da tutoria e as constantes trocas de informações com o grupo de colegas,como essencial para o sucesso deste momento de avaliação integrada,favorecendo as aprendizagens de todas.   

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

                    Refletindo o primeiro workshop:Preparação 

O primeiro sentimento que a proposta de um workshop de avaliação me trouxe,foi,sem dúvida,uma enorme angústia.Percebo que uma avaliação integrada,que visa contemplar as aprendizagens como um todo,é o ideal quando se trata de um processo dentro de um curso de educação,mas por outro lado,é um sistema desconhecido,portanto,gera medo e ansiedade.
A criação e construção de um portfólio de aprendizagens durante o semestre foi essencial para a preparação deste trabalho.A partir dele,pude compreender como aconteceu a evolução das minhas aprendizagens,para assim,elencar as mais significativas.Assim como,o que foi mais marcante no decorrer do semestre,se tratando de sentimentos,dificuldades,pontos negativos e outros muito positivos que eu deveria explicitar.
Depois de fazer considerações escritas,passei a execução;montagem de power point utilizando citações e imagens significativas para orientar também a minha fala no momento da apresentação.
Acredito que posso melhorar muito meu trabalho de preparação de workshop ao final do próximo semestre,já que agora,conheço bem a intencionalidade,objetivo e dinâmica deste processo.


   O apoio das tutoras do Seminário Integrador durante a preparação de todo o Workshop de avaliação do eixo I do pead/ufrgs,teve considerável importância para o sucesso e as ricas aprendizagens do grupo de alunas.Parabéns a tutoria,professores e coordenadores deste trabalho! 


   


domingo, 19 de julho de 2015

                     SEMINÁRIO INTEGRADOR 

Sem dúvida,o Seminário Integrador exerce um papel fundamental no processo de aprendizagem do curso de graduação em Pedagogia da UFRGS.
Os professores e tutores do SI são o eixo que nos liga às interdisciplinas,nos auxiliam no uso das ferramentas de estudo e nos acompanham na realização e reflexões de aprendizagens.Caracterizo este,como o suporte de estudos deste curso.
O primeiro semestre marcado pela expectativa,desafios e superações não teria o mesmo significativo resultado sem a dedicação e envolvimento eficaz do Seminário Integrador.
O momento de culminância,e o  mais especial e rico deste semestre foi o Workshop de Avaliação,que na verdade,diferente da nomenclatura atribuída,não só avalia,mas é um momento de expressão,apreciação e por que não,comemoração das aprendizagens,superação e conquistas pessoais e profissionais de um semestre de estudos.
       Parabéns ao grupo de alunas do PEAD/UFRGS!!!

       Obrigada professores e tutoria pelo carinho e dedicação abundantes ao longo deste semestre!!



   


Alunas banca 1 de apresentação WorkShop de avaliação PEAD/UFRGS
Eixo I    


UM SEMESTRE PARA SAIR DO "PILOTO AUTOMÁTICO"!!   


O PEAD/UFRGS é um curso de graduação voltado a professores em atuação,e isso torna-o ainda mais rico,mais cheio de vivências,trocas contínuas e aprendizagens ainda mais sólidas pois se vinculam totalmente à prática cotidiana dos educadores e seu dia-a-dia nas escolas.
Assim,tendo a prática,o encontro com as novas aprendizagens,referencias teóricas e reflexões de nossas ações docentes agora com um olhar acadêmico,nos permite repensar as atitudes e pensamentos acerca da educação que queremos exercer como professores,por isso é um sair do "piloto automático" e de repensar,reavaliar e muitas vezes,modificar as ações em sala de aula.
Este semestre que enfocou a aluno e sua corporeidade,sua cultura e autonomia,e a escola como importante instituição social,composta por currículos e projetos políticos pedagógicos e o professor como o mediador e oportunizador das aprendizagens,trouxe um gostoso despertar docente e um sentimento motivador às novas aprendizagens.Muito bom aprender,reaprender e ensinar a aprender!    








sábado, 6 de junho de 2015

   RELEMBRAR É VIVER: ESCOLA OLINTHO DE OLIVEIRA

 Nos anos de 2011 até 2013 trabalhei na Escola Estadual Olintho de Oliveira, uma escola de ensino fundamental,situada no bairro Cidade Baixa em Porto Alegre. É uma escola pequena, mas muito comprometida com a educação. A metodologia da escola, assim como seu PPP, é baseado no desenvolvimento dos projetos de trabalho, autonomia e construção do conhecimento. Foi um tempo de grande aprendizagem na minha carreira docente, por isso, fiz questão de compartilhar aqui!
Vai aqui alguns projetos que fizemos...








  




quinta-feira, 4 de junho de 2015

                                    
       
                                MÉTODOS GLOBALIZADOS X ENSINO TRADICIONAL

       "Os conteúdos disciplinares são imprescindíveis, mas não são a base para decidir a sequência didática em sala de aula"  (Antoni Zabala) 



     As discussões sobre as metodologias utilizadas em sala de aula são comuns e permeiam  todos os espaços escolares. Ensinar da melhor forma, buscar a maneira que o aluno aprende e garantir a aprendizagem significativa é o ideal de todo o  educador. O fazer pedagógico de cada professor está embasado não só na sua formação, mas muito mais nas suas vivências, realidades e motivação profissional.
     Zabala nos coloca em seu texto Respostas do Ensino à Dispersão do Conhecimento: Esclarecimento Conceitual ,que ao se trabalhar com os métodos globalizados, isto é, os projetos de trabalho globais, centros de interesse e outros sistemas complexos, o objetivo direto não é aprender os conteúdos disciplinares, mas o de alcançar o objetivo de conhecimento ou de elaboração do objeto de estudo. Utilizar um enfoque globalizador de ensino é utilizar os conteúdos como meios para conhecer ou responder questões de uma realidade experimental.
     Ao refletir sobre este tema em minha experiência docente, concordo com o autor, no sentido de que ao trabalhar com os métodos globalizados o aluno é o centro da aprendizagem e o professor o conduz pelo caminho da provocação e das descobertas. Eu, particularmente, adepta dos projetos de trabalho, considero que, assim como a vida em geral, a aprendizagem não pode ser segmentada, mas deve abranger os conhecimentos e estabelecer relações entre sí, e principalmente, assumir um caráter investigativo. O professor  é o motivador deste processo, as aulas devem sempre ter dinâmicas e estratégias bem elaboradas, visando a construção dos saberes. E os conteúdos, claro, também devem estar bem presentes nesta construção.
    Agora, devemos refletir e repensar, o que chamamos de ensino tradicional. Percebo, que nasce aí um novo paradigma. O conteúdo, trabalhado de forma isolada, sem estabelecer ligação com os outras áreas do conhecimento, são ,sem dúvida, algo negativo a aprendizagem. Assim como, um educador que não reflete sobre sua prática. Mas não é por isso, que devemos radicalizar. Usar o livro didático,  utilizar cópia de  um texto, elaborar uma aula expositiva dialogada ou permitir que os alunos resolvam "continhas" matemáticas, por exemplo, podem ter um aproveitamento cognitivo muito grande para a aprendizagem, se fizerem parte de um processo, estabelecerem interações e forem planejadas e refletidas pelo professor e não somente "jogadas" a eles dia após outro. Enfim, o foco está em como a aprendizagem é pensada, refletida e concebida por aquele que é o mediador da aprendizagem.

  O PROJETO 1,2,3 E  LÁCTEOS FOI UM PROJETO DE ALIMENTAÇÃO E SAÚDE  LANÇADO  PELO GOVERNO FEDERAL EM 2013,COMO INCENTIVO AO TRABALHO BASEADO NA GLOBALIZAÇÃO DE CONTEÚDOS EM SALA DE AULA.A PARTICIPAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS PELOS ALUNOS FOI MUITO GRATIFICANTE.AMEI PARTICIPAR TAMBÉM.CONFIRAM:

                   http://123elacteos.com.br/sustentabilidade-e-o-tema-da-vez-na-eeef-tres-de-outubro/

                  



  




domingo, 26 de abril de 2015




                                            Escola, Projeto Pedagógico e Currículo
                                                                

  UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

FACULDADE DE EDUCAÇÃO-PEAD

                                                Aluna: Aline Aguiar Martins da Silva



        MINHA MINI HISTÓRIA DOCENTE 


                     Grupo de educadoras Pacto pela Alfabetização na Idade Certa
       Nascí professora. Desde a infância, o ensinar e o aprender era pra mim algo prazeroso. Brincar de “escolinha”, está vivo na minha lembrança,assim como meus pais e meus avós falando da importância da Escola,antes do meu ingresso nela. Crescí com a ideia de que sem a escola não seria “ninguém na vida”. E tive,apesar de muito travessa, uma vida escolar de sucesso.
        Ao final da antiga oitava série, auxiliava nas turmas de séries inicias da minha escola, tamanha a falta de professores na época. Apaixonada pelos meus professores do ensino fundamental, ingressei no curso normal do Instituto de Educação General Flores da Cunha e no mesmo ano já estava estagiando em Escolas de Educação Infantil como auxiliar. Me lembro que com quatorze anos eu já tinha uma turminha de berçário e me virava como podia.
      Me formei em 2004 e nunca parei de trabalhar.Atuei em  escolas privadas e municipais, com educação infantil e anos iniciais. Ingressei no magistério estadual em 2007,onde me realizei profissionalmente por sete anos.Neste período, me casei e tive meus dois filhos, adiando o sonho da graduação, mas dentro da escola, vivenciando-a intensamente. E não desvalorizo de nenhuma forma o curso normal, que me serviu de alavanca para carreira docente, assim como a prática escolar associada às muitas formações e jornadas pedagógicas dentro das escolas. Mas de suma importância para a minha formação, foram e continuam sendo os profissionais que encontrei pelo caminho, os colegas de trabalho, que me davam exemplos lindos de docência e outros, horríveis, me mostrando, indiretamente, como não fazer.Os alunos também me ensinam,e não os bons,mas aqueles que não gostam da escola,que não aceitam nada e que fazem a gente pensar “o que eu faço com este guri?”,estes fazem as coisas acontecerem.
     O que me faz professora é estar na escola, não o estar físico, mas a responsabilidade de estar, a alegria de formar pessoas, de participar dos primeiros passos sociais de um ser humano em formação. Nem sempre é só o professor que ensina.A interação com a escola,a curiosidade, o vivenciar das experiências, os erros, os acertos e as necessidades levam alguém a aprender.O  professor mostra o caminho e sugere novos passos.
    Acredito que o que me faz continuar nesta jornada é a esperança, de mudar valores, de vencer dificuldades e pra mim,vivenciar o novo, porque na Escola as situações e os educandos nunca são os mesmos,a cada dia uma “aventura” nova surge,e que bom que seja assim.O que me encanta na escola,além daquele cheiro,som e sentimento característico é ver as descobertas e saber que elas serão fundamentais para o futuro dos pequenos aprendizes.
     Um grande sonho já está sendo realizado, cursar a graduação na UFRGS. Por acreditar na escola pública de qualidade, tenho como meta a aprovação em um concurso para a educação pública.
 Agora, desde o inicio deste ano, estou vivenciando novas experiências, lecionando na Rede Marista de educação. Tenho adotado uma metodologia baseada no afeto e na construção de valores religiosos e sociais, sem deixar de motivar para a busca de conhecimento e cultura. Aproveito a grande estrutura oferecida pela escola, a parceria com outros educadores, o diálogo constante e a estimulação das diversas áreas do conhecimento, para aprimorar meu trabalho, aprender e desafiar cada vez mais os alunos a aquisição dos saberes.  Confesso que alguns aspectos deste modelo me são estranhos, principalmente,a supervalorização das “vontades” do estudante, mas o sigo com ética e respeito.

      “Opções político-pedagógico-pastoral:
      As escolas maristas são espaçotempos previlegiados para o pleno desenvolvimento do ser humano em todas as suas dimensões...em relação às práticas educativas,será preciso integrar rigor científico,excelência acadêmica,formação cristã,cultura da solidariedade e da paz,sensibilidade estética,formação política e ética,ação pastoral e consciência planetária,superando-se as dicotomias e barreiras entre as múltiplas dimensões no espaçotempo escolar...”
          Projeto Educativo Brasil Marista-cap.4-pág.66  


sexta-feira, 24 de abril de 2015

               MEU PRIMEIRO TRABALHO NA UFRGS:
                     O RETRATO DA ESCOLA 





  As primeiras aulas no curso de graduação na ufrgs me  remeteram aos sentimentos vivenciados como aluna, criança,nos primeiros dias de escola: emoção, alegria, ansiedade, curiosidade pelo novo.Tudo isso temperado por maravilhosos encontros do Seminário Integrador.
    O primeiro desafio não demorou a surgir.A proposta da criação de uma narrativa digital sobre a escola de atuação me trouxe muita motivação,pois as ideias logo surgiram e não foi difícil saber o que eu gostaria de abordar no trabalho.Mas começaram as dificuldades.Primeiro precisei providenciar alguns aparelhos , aplicativos , melhoria de internet e buscar os dados necessários.Após isso,percebi a tamanha dificuldade de lidar com as ferramentas digitais para construir o trabalho.
      Os professoras e tutoras do curso estavam presentes no processo para apoiar,e ao mesmo tempo,de forma gradativa,solicitando melhorias no trabalho.
    Confesso que não foi fácil.Demorei muito tempo para realizar esta tarefa.Mas a satisfação de realizá-la, superar as dificuldades, aprender foi ainda melhor.
       Já trabalhei em muitas escolas na minha trajetória,mas tenho um carinho muito grande pela E.E.E.F. Três de Outubro,o que me emocionou ao finalizar este trabalho.Foi uma experiência muito enriquecedora.O título foi:

              Escola Três de Outubro:Espaço de Quê?






       

segunda-feira, 30 de março de 2015

Primeira página


   COMEÇANDO UMA BELA JORNADA...





  Sou Aline Aguiar,professora,casada,com duas maravilhosas jóias:meus dois filhos.Sou cristã e me considero uma pessoa muito feliz e abençoada por Deus.
 Amo educação, creio que ela é a esperança,muda as pessoas e o mundo.Ser professora é uma paixão,que uso como profissão,desde que iniciei o curso normal.
   Agora cursando o PEAD,curso de graduação em pedagogia na ufrgs,estou realizando um sonho,agregando saberes e iniciando esta jornada de aprendizagens e superações.
    Bem vindo a esta aventura comigo!